Santa Ângela de Meríci

FUNDADORA DAS URSULINAS

 

A VIDA

Ângela nasceu em Desenzano del Garda – Itália, em torno de 1476. Filha de Giovanni Meríci e de Catarina da família dos Biancosi da cidade de Saló. A sua vida foi prematuramente assinalada pelos lutos, com a morte da Irmã, a qual era muito ligada, e dos pais. Era ainda menina quando é acolhida pelo tio materno em Saló, onde permanecerá por toda adolescência.

Todavia é a morte da irmã que marca mais a sua vida. A ela se remete a célebre visão consoladora da “Escada Mística” que prefigura a fundação da Companhia de Santa Úrsula: e elevada em espírito, parecia abrir-se o céu e sair uma procissão maravilhosa de anjos e de virgens, duas a duas, que juntos tocavam e cantavam. Implícito, nesta procissão de anjos e virgens que une a terra ao céu, faz referência à escada de Jacó, desta vez, porém, ao feminino.

Foi em Saló, no convento dos freis capuchinhos de São Bernardino, que Ângela vestiu o hábito entrando na Ordem Terceira de São Francisco. A este hábito ela será particularmente ligada, tanto que quiz ser sepultada com ele. A sua vida espiritual, portanto, se modela de acordo com o Pobre de Assis, não somente pelos jejuns, pelas orações, a humildade de vida e a difusão da Palavra, mas, sobretudo no confiar a sua existência inteiramente à Providência. Ângela, de fato, viveu de caridade, por mais de 20 anos hóspede na casa dos outros, praticamente sem alguma renda, mas sempre em “perfeita alegria”.

Também na Regra Meríciana se respira um ar de alegria franciscana: o ingresso na Companhia acontecerá, de fato, com alegria e de própria vontade, depois que a ursulina tenha manifestado a firme intenção de servir a Deus neste estilo de vida e de viver a virgindade na alegria e na caridade.

 

A HISTÓRIA HUMANA

 

A história humana de Ângela Meríci se desenvolve entre os anos 1400 e 1500, neste extraordinário período do renascimento no qual inicia a convicção que a renovação da realidade eclesial e a reforma dos costumes devem partir da base, da profunda conversão interior do homem, realizada mediante o diálogo da pessoa com Deus e a meditação das Escrituras.

É neste húmus que amadurece a extraordinária experiência de evangelização de Ângela Meríci, que se concretizou na instituição da Companhia de Santa Úrsula que dará forma a uma nova dignidade da mulher, com a consagração vivida não mais nos claustros, mas no mundo, ao interno das famílias. O seu profetismo não se manifesta, portanto, em formas apocalípticas e milenares, mas na atenção aos sinais dos tempos e na sua interpretação. A novidade e a audácia da proposta de Ângela estão em colocar no centro o modelo da igreja primitiva, o modo de vida dos apóstolos e das primeiras comunidades cristãs, nas quais a mulher desenvolvia um papel ativo na evangelização.

 

EM BRESCIA E PEREGRINA

 

Quando no ano de 1516 Ângela se transferiu para Brescia, na casa de Catarina Patengola, ali encontra uma cidade ainda massacrada pelo terrível Gaston de Foix. É o período místico da oração e da caridade; a ela se unem num primeiro cenáculo espiritual o comerciante Antônio Romano, Jerônimo Patengola, um dos benfeitores do Hospital dos Incuráveis, o grande agrônomo Agostinho Gallo e Jerônimo Chizzola, um dos mais brilhantes expoentes das autoridades locais, embaixador da Sereníssima e fundador da Academia de Rezzato e de Brescia.

Depois chegam os anos das peregrinações aos lugares santos do cristianismo. Ângela retoma esta modalidade devocional que tinha destacada a espiritualidade de outras santas medievais, a partir de Santa Úrsula, inserindo-a num contexto mais amplo de participação feminina à missão da renovação da Igreja. A sua primeira peregrinação (1522) é no sepulcro da Bem-aventurada Osanna Andreasi, morta com os estigmas no ano de 1505 em Mantova.

Mas é a viagem na Terra Santa, em 1524, que decretou definitivamente a sua tarefa salvífica: Ângela peregrina assume, de fato, também a dimensão profética atribuída do contexto religioso do final de 1.400 ao culto de Santa Úrsula. Segunda a literatura Mericiana já o início da viagem foi assinalado por eventos singulares que evidenciam o percurso de transformação e purificação que estava acontecendo nesta mulher já de idade madura.

Durante a viagem de ida, a Candia (Creta), acontece um outro “sinal” extraordinário, uma espécie de milagre, isto é, Ângela perde a vista que a impede de ver a Terra Santa. Já os seus primeiros biógrafos lêem este episódio em chave sobrenatural: o Senhor a torna cega nos sentido para constrangi-la a olhar com os olhos do espírito, para que compreendesse o Seu desígnio. Aliás, segundo Agostinho Gallo é a própria Ângela que lhe confidenciou que ela viu os lugares Santos com os olhos interiores como se tivesse visto com os olhos exteriores. É o mistério da paixão a atingi-la profundamente e a condicioná-la a meditar sobre as condições trágicas, sem esperança, do homem, resgatada somente pelo sacrifício do Homem Deus, que com o seu sacrifício liberta o homem da vaidade da sua dor colocando-o num percurso providencial. E a cruz, instrumento de sofrimento, torna-se o símbolo do seu imenso amor. Assim, portanto, a viagem na Terra Santa representou o caminho para aquele “Amor” que transcende os limites do indivíduo, abandonando-se ao fluxo divino que se explicará naquela pedagogia do amor, assim característica do seu carisma e que se tornará o elemento que regulará as relações entre as “filhas” da Companhia de Santa Úrsula.

Depois de um retorno de aventura, no qual homens e elementos naturais parecem conspirar contra o navio dos peregrinos, Ângela chega em Veneza no fim de 1524. A sua fama de santidade se difunde pela cidade e muitíssimos religiosos, homens e mulheres vão ao Hospital dos Incuráveis onde Ângela morava para falar com esta que retornou da peregrinação de Jerusalém, a qual à sua oração os outros viajantes atribuíram a sua salvação. A viagem a transformou: ela agora tem a conotação de uma “Santa viva”, começa uma nova dimensão do apostolado público. Foi lhe solicitado de permanecer na cidade para dirigir os nascentes Lugares de Piedade para a proteção feminina, mas ela não aceitou e partiu para Brescia onde chegou, significativamente, no dia de Santa Catarina. Depois de poucos meses retoma a viagem para Roma, sede do Vigário de Cristo e centro da cristandade, com as suas Basílicas, com as Santíssimas Relíquias e as suas Catacumbas. Também aqui o Papa a convidou para permanecer para dirigir os lugares de piedade. O terceiro convite para permanecer recebe em Milão do duque Francisco Sforza alguns anos depois, no 1532, ao retornar da segunda peregrinação ao Sagrado Monte de Varallo.

Quando Ângela retorna a Brescia, tem mais de 50 anos, não é mais a mesma “mulher piedosa” que partiu da sua primeira peregrinação. A geografia da sua vida espiritual a plasmou, tornou-a mais intensa e profunda, cheia de sabedoria, mais preparada para acolher a essência espiritual das coisas. Expressa o seu Carisma: a santidade da sua vida é conhecida, dos Lugares Santos de Jerusalém até Veneza, centro do comércio mercantil, até Roma, centro do cristianismo, a Milão, talvez o maior centro produtivo italiano. Em todas estas cidades lhe solicitavam de ocupar-se das nascentes estruturas assistenciais em relação as mais graves formas de marginalização feminina, os Lugares de Piedade, mas ela foge para retornar a Brescia. Talvez começa a entender que o seu destino não é somente aquele de recuperar a mulher singular, caída no sofrimento, mas de resgatar o ser feminino na dimensão de uma nova via de perfeição espiritual.

 

GRANDE CONSOLADORA E PACIFICADORA

 

O Sacco de Brescia tinha deixado para trás profundas lacerações sociais, cheias de ódio que se prolongaram por diversos decênios contribuindo para determinar um clima de violência difusa e de insegurança: é nesta realidade difícil que Ângela se encontra a trabalhar como consoladora e como pacificadora não somente dos potentes – como no caso de Filippo Sala com Francesco Martinengo ou do Duque de Milão, Francesco Sforza – mas em relação a todos. Basta um encontro com ela que, imediatamente, se estabelece um laço não de simples amizade, mas filial.

A casa de Ângela torna-se lugar para uma variada humanidade em busca de uma palavra, de um conselho – seja para casar, para fazer o testamento, para resolver divergências – e ela tudo esclarecia, tudo resolvia de maneira que as suas obras eram mais divinas do que humanas. De fato, o que caracterizava esta santa era também o dom da palavra, palavra sábia, que envolvia e transpassava, semelhante ao fogo e incêndio de amor. É uma palavra cheia de amor, sabedoria, capaz de iluminar seja as angústias ou controvérsias ligadas a vida cotidiana, seja o significado mais profundo das Sagradas Escrituras.

Este sentido cristão, filtrado pelo espírito evangélico, encontra uma completa explicitação na Regra e nos seus escritos, com a constante evidência da “singularidade” da pessoa humana, que é extrínseca no respeito profundo de todo indivíduo.

 

FUNDADORA DA COMPANHIA DE SANTA ÚRSULA

 

No ano de 1535, cinco anos antes da sua morte, Ângela Meríci funda a Companhia de Santa Úrsula que imediatamente apresenta um crescimento próprio, ligada aos valores escatológicos atribuídos à consagração virginal vivida sem votos canônicos: este novo estado propõe-se para aquelas que desejam santificar a própria existência não entrando nos mosteiros, nem assumindo o matrimônio. É a estrada do meio, a mais virtuosa, enquanto neste estado acontece a renovação do espírito, com o matrimônio místico, corresponde a uma regeneração da vida vivida no mundo.

Esta nova condição de consagração revoluciona o conceito social do destino feminino, tanto que chega a afirmar no Prólogo da Regra que até as Imperatrizes, Rainhas, Duquesas desejavam ser ao menos ‘ancelle’ (servas) das novas esposas de Cristo. Porém Ângela não esconde o quanto esta mudança seja árdua (porque a nossa carne e a sensualidade não estão mortas), mas o prêmio é altíssimo: aquele de ser no céu gloriosas rainhas. Com a nova Companhia, que veio do Céu por força e potência do Espírito Santo, cada mulher consagrada pode santificar a própria existência não fechada entre os muros de um Convento, mas vivendo e trabalhando no mundo sob o modelo da igreja primitiva, na qual as mulheres seguiam os apóstolos.

No dia da sua morte, quando na cidade se espalhou a notícia, uma grande multidão se agrupou na Igreja de Santa Afra, hoje o Santuário de Santa Ângela Meríci, onde foi colocado seu corpo. Por trinta dias permaneceu exposto por causa dos peregrinos, sem que o seu corpo mostrasse qualquer sinal de decomposição, e foi o senhor Moretto que fez o seu retrato no funeral. Contam as crônicas que depois da sua morte aconteceram fatos extraordinários e que nas primeiras noites sobre a Igreja de Santa Afra aparecia um grande esplendor ou seja, uma luminosíssima estrela que pendia onde repousava o seu Corpo. Venerado por mais de dois séculos, foi aberto o Processo de Canonização no ano de 1757 sob o pedido da superiora das Ursulinas de Roma. Um decênio depois, no ano de 1768, foi declarada Bem-aventurada pelo Papa Clemente XIII e enfim Canonizada pelo Papa Pio VII no ano de 1807. No dia 24 de janeiro de 2010 foi proclamada padroeira secundária de Bréscia por obra da Sagrada Congregação do Culto, sob proposta do bispo de Brescia Luciano Monari.

 

A ESCOLHA DE VIDA MERÍCIANA CONCRETIZA-SE AINDA HOJE?

 

O espírito Meríciano se encarna hoje em mais de 80 famílias religiosas, entre Companhias Seculares e Institutos de Irmãs, com uma presença significativa em todos os Continentes. Hoje, depois de 475 anos do nascimento de Ângela, a Companhia de Santa Úrsula, sabe responder ao seu carisma, aumenta vocações, é moderna e de grande atualidade, e contribui para fazer emergir e perpassar o gênio-mistério da mulher, de cada mulher e de cada pessoa e a construir a sociedade do Amor.

 

ESPIRITUALIDADE E HUMANIDADE DE SANTA ÂNGELA

 

Segundo o seu secretário Gabriele Cozzano

Era de tanta gratidão e gentileza. De tanta caridade e união com Deus, que se considerava verdadeira devedora de toda criatura que vivesse segundo Deus… Era de tanta sede de salvação e do bem do próximo, que era disposta e prontíssima a dar não uma, mas mil vidas para a salvação de uma alma … Com amor materno abraçava cada criatura. E quem era mais pecador, era mais privilegiado por ela. Eram as suas palavras, potentes e doces, ditas com tal novo vigor de graça, que cada um podia dizer: Aqui está Deus!

 

VIVER ALEGRE NA LUZ

 

O sentido de uma Vocação

Dizia Santa Ângela às suas filhas: “Aquelas que serão admitidas nesta Companhia devem ter firme intenção de servir a Deus em tal estilo de vida; entrarão alegres e de própria vontade […] porque foram eleitas para ser verdadeiras e intactas esposas do Filho de Deus …”

Luz que transcende as barreiras sociais

“A vocês minhas filhas e irmãs, Deus concedeu a graça de separar-lhes das trevas deste miserável mundo para unir-lhes juntas para servir sua divina Majestade, devem agradecê-Lo infinitamente que lhes concedeu este Dom singular. De fato quantas pessoas importantes – como Imperatrizes, Rainhas, duquezas … – para a sua maior felicidade e glória desejariam ser também uma mínima ‘ancella’, considerando a sua condição de ser tanto mais dignas e melhores que elas.”

 

Luz que transfigura a vida e a morte

“Bem-aventurados aos quais Deus inspirou a luz da Verdade e lhes concedeu sentimentos de alegria da pátria celeste. Eu tenho firme fé e esperança na infinita divina bondade, que não somente superaremos facilmente todos os perigos e adversidades, mas os venceremos também com grande glória e alegria. Aliás, passaremos esta nossa brevíssima vida consoladas e toda nossa dor e tristeza se transformará em alegria; a estrada cheia de espinhos, e de pedras se transformará a nós floridas, planas…”

 

A NOVA PEDAGOGIA DO AMOR

 

Respeito pela pessoa humana

“Sejam amáveis e humanas com as suas filhas … Se vocês vêem uma tímida que se deixa levar ao desespero, confortem-na, a encorajem, animem, dilatam o coração com consolações; e se vêem uma com presunção, arrogante, repreendem-na, e lembrem-na do rigor da justiça de Deus.”

 

Não julgar, porque não se conhecem os desígnios de Deus

“Amem as suas filhas igualmente, e não façam diferença de uma com outra, porque todas são criaturas de Deus, e vocês não sabem o que ele deseja fazer delas. De fato, como podem saber vocês se aqueles que lhes parecem de menor valor não sejam aqueles que se tornarão as mais generosas e as mais aceitas da sua Majestade? E quem pode julgar os corações e os mais íntimos pensamentos das criaturas?”

 

Amor e caridade – relações sociais

“Quando vocês repreendem, aconselham ou exortam as suas filhas por qualquer motivo e as afastem de qualquer mal, esforcem-se de agir unicamente movidas pelo amor de Deus e do zelo pelas almas. De fato, vocês obterão mais com o carinho e a ternura do que com a dureza das reprovações. A caridade, a qual orienta todas as coisas em honra a Deus e ao bem das almas, bem ensina tal discrição e move o coração a ser, segundo as necessidades, ora cheio de ternura, ora severo.”

 

O primeiro passo na formação espiritual e humana É a atenção as necessidades dos outros

“Vocês serão solícitas e vigilantes em conhecer e entender as necessidades espirituais e temporais das suas filhas, para poder corresponder da melhor forma possível… segundo aquilo que o Espírito Santo lhes inspirará.”

 

A pessoa não está sozinha no seu caminho

“Vocês devem desenvolver a missão que lhes foi confiada com seriedade e depois deixem Deus agir, que fará maravilhas no seu tempo, quando a Ele agradar.”

 

Não tenham medo

“Não percam o ânimo no temor de não saber nem poder fazer aquilo que necessitam … tenham esperança e firme fé em Deus, que Ele lhes ajudará em todas as coisas … porque sem dúvida, assim como ele lhes deu tal missão, assim lhes dará também as forças para poder realizá-la.”

 

Confiem na verdadeira fonte de energia

Neste tempo perigoso e pestífero não encontrarão outro recurso que refugiar-lhes aos pés de Jesus Cristo, porque… ele lhes governará e admoestará. É a atitude atenta de Maria aos pés de Jesus vivo. A verdadeira promoção humana se consegue numa relação viva com Deus, somente assim se realiza a si mesmas e se torna fermento na sociedade.”

 

O QUE SIGNIFICA ISSO PARA NÓS, HOJE?

 

O homem de hoje se encontra imerso em “misérias” diferentes daquelas do tempo de Ângela, porém, hoje também existem obstáculos para o desenvolvimento humano, em particular pela mulher.

Num mundo onde as relações humanas são com freqüência baseadas sob o proveito, na hipocrisia ou na indiferença, Ângela contrapõe o conhecimento da fé segundo a qual cada pessoa vive do amor de Deus e, portanto, ela deve ser estimada e encorajada. Se estimado e levado a sério o indivíduo pode levantar a cabeça. Ter consciência de ser amado por Deus o torna forte. Sempre mais pessoas vivem a solidariedade num mundo no qual são possíveis somente breves e poucas experiências interpessoais, porque não conseguem viver consigo mesmos e nem são capazes de viver em relação com os outros de forma contínua.

Ângela a isso contrapõe a confiança na misericórdia de Deus. Se Deus ama a pessoa individualmente “antes de qualquer comportamento” isso pode encorajar e ter confiança nas relações humanas. Ainda hoje o status tem mais importância do que os valores éticos. Quem não entra nesta lógica é marginalizado. Ângela recomenda vivamente as irmãs de apresentar-se de forma modesta, humilde e de convencer os outros que aquilo que vale verdadeiramente é a autenticidade da vida.

Ângela Meríci foi apresentada por muito tempo como professora, porém ela era muito mais: era ‘pastora’ de almas. Não somente providenciou à formação intelectual da pessoa, mas as ensinou também a tornar-se, a ser uma pessoa integral com inteligência, corpo e alma. Ela fez isso com palavras prudentes, como está bem evidenciado nos seu escritos e com o seu modo de viver. Ela viveu o modelo de quem se confia toda a Deus, tornando-se uma pessoa integral. Nisto Ângela era original e, ao mesmo tempo, era uma mulher que busca a sua verdadeira dignidade.

Para Ângela Meríci então se acendeu uma luz, mais ainda, um fogo que queima pelos séculos e que queima ainda hoje: Não percam o ânimo se não podem fazer aquilo que consideram digno… tenham esperança e firme fé em Deus, que Ele lhes ajudará em todas as coisas… Façam, movam-se, acreditem, esforcem-se, esperem, gritem a Ele com o seu coração, que sem dúvida virão coisas maravilhosas.”

Fonte: www.ursulinas.com.br/materiais/santa_angela.pdf

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